sábado

Rua tal...

Tava folheando. Passei por uma página. Parei.
Porque li "amor e tosse não dá prá esconder". Ri-me...

Saí de tarde para comprar flores, vinho, manjericão e incenso de lavanda.

Ao parar na banca de jornal para perguntar onde era a "rua tal", eu vi ele.
Do outro lado, com cara de perdido.

Tremi. Suei. Fugi.

E andei correndo. 
Cheguei numa praça e sentei num banco.

Fiz uma breve ligação e depois dos mais ou menos 15 minutos tensos, decidi me acalmar indo tomar um suco. De cajá.


Voltei ao local. Não perguntei onde era a rua tal.

Deixei o instinto me levar ao lugar onde eu deveria encontrar o que saí para buscar...

Entrei naqueles hortifruti gigantescos e até fechei os olhos quando senti o cheiro de manga Palmer...

De repente, do outro lado, na fila de pesagem, com um saco de maçãs nas mãos, ele.

De novo, cara de perdido. Eu? Cara de alface... Só deu tempo de virar prá pegar um pedacinho de abacaxi que o atendente simpaticamente me ofereceu.

E eu fiquei sem manjericão...